Os vencedores do concurso de desenhos realizado no evento de Dias das Crianças já foram escolhidos.
O primeiro desenho escolhido é da Mariana, do Colégio Santa Escolástica e o segundo desenho vencedor é do Lucca Godoy, da escola Maple Bear.
AGRADECEMOS A PARTICIPAÇÃO DE TODOS E PARABÉNS AOS VENCEDORES!

Desenho da Mariana

Desenho do Lucca

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Passar o Dia das Crianças se divertindo, passear em parques ou lanchar a comida predileta, são estas as principais atividades que os pais buscam fazer com as crianças para comemorar esta data especial.

Mas neste ano a Nutrifam resolveu inovar e preparou um evento unindo boa alimentação, cultura e família. A atividade foi realizada no Espaço Alexandria e contou com quatro sessões de teatro lúdico falando de boa alimentação, lanches nutritivos e uma série de atividades culturais. Cerca de 200 pessoas passaram pelo local, as atividades começaram às 10h e foram até as 16h. Os participantes tiveram a oportunidade de tirar uma foto em família – que se tornou uma lembrança com imã de geladeira; assistir uma peça de teatro e degustar lanches saudáveis como salada de fruta, suco e bolo de cenoura, além de uma boa dose de cultura. As crianças receberam ainda uma lancheira da Nutrifam contendo uma fruta, um lanche e um suco.
As sessões de tetro foram feitas pelo grupo de atores Atuantes, no enredo quatro amiguinhos aprendem que se alimentar bem e fazer exercícios físicos faz bem para o corpo e para a mente.
No final das sessões de teatro de bonecos, os pequenos foram convidados a fazer um desenho sobre a história da peça. Os mesmos serão expostos nas escolas das crianças e os três melhores ganharão um prêmio.

 

Quase 80% dos pais de crianças com até 11 anos acreditam que a publicidade de fast food e outros “alimentos não-saudáveis†prejudica os hábitos alimentares de seus filhos.

Fonte: Google Images

O levantamento foi encomendado pelo Instituto Alana, ONG que luta pela regulamentação da publicidade direcionada à criança.

Foi considerado “alimento não saudável†aquele com alto teor de sódio, gorduras ou açúcar.

Segundo a coordenadora do projeto Criança e Consumo, Isabela Henriques, está ocorrendo uma epidemia de obesidade e existe um esforço da sociedade para as crianças se alimentarem melhor.

A pesquisa mostra que os pais estão pedindo ajuda e a indústria  vai na contramão ao estimular as crianças a consumir produtos ricos em calorias e pobre em nutrientes.

A Anvisa desde 2006 discute a regulamentação de propagandas de alimentos não saudáveis, já determinou que fosse colocado alguns alerts para o risco à saúde , mas essa regra foi suspensa em favor da Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação.

As indústrias afirmam que estão revisando seus produtos para torná-los saudáveis que até 2020 isso possa ser realidade.

Estudos mostram e afirmam o consumo maior para população expostas a propaganda dos produtos e que existe uma relação com o risco da obesidade.

Para tanto, se faz necessário o limite e ensinar nossas crianças desde muito cedo o que é bom e o que não é! A partir daí educaremos futuros jovens e adultos com melhores escolhas.

 

Fonte: Estado de São Paulo – 30 de maio de 2011.

Levantamento feito pelo Ministério da Pesca com questionários respondidos por 1718 escolas de todo país, constatou que apenas 10,6% dos municípios incluem peixe na alimentação escolar.

Fonte: Google Images

Apenas 5,3% dos municípios colocam o pescado semanalmente no cardápio das crianças. Em casa não é muito diferente, muitas famílias excluem o peixe do cardápio por vários motivos como: dificuldade em fazer, preço, e rejeição dos pais e crianças.

O peixe é considerado um alimento de fácil digestão e rico nutricionalmente, por ser fonte de proteínas de elevado valor biológico, e rico em vitaminas do complexo B e minerais como o iodo, fósforo, sódio, potássio, ferro e cálcio. A sua gordura é considerada de melhor qualidade que a da carne, por ser rica em ácidos graxos insaturados e conter baixa proporção de ácidos graxos saturados.

Estudos comprovam o papel protetor do ômega 3 encontrado nos pescados sobre o sistema cardiovascular e cerebral, o seu papel preventivo sobre doenças como câncer, aterosclerose e Alzheimer. A falta de ingestão de ômega 3, por um período prolongado de tempo, tem sido associada com atrasos no crescimento, problemas de visão e distúrbios neurológicos.

Atualmente, a recomendação nutricional para a população adulta e saudável, é o consumo de 1 a 2 porções de peixe por semana, devido à sua contribuição na promoção da saúde.

A escola e a mídia como fonte educadora e informativa pode ajudar no incentivo às famílias a inserir esse hábito saudável, porém muito saboroso e cheio de saúde para todos.

Inclua o peixe na sua alimentação!

Gostei muito da última reportagem que saiu na revista Na Mochila a respeito do valor das refeições em família.

Juntar todos os membros da família ao redor da mesa pode ser muito positivo  para saúde e relacionamento familiar. Dados de uma pesquisadora americana , crianças que se alimentam com pais têm menos risco de desenvolver obesidade, transtornos alimentares e ansiedade, consomem mais frutas e vegetais , desenvolvem melhor o vocabulário e diminuem possibilidades de conflitos.

Numa outra ocasião, li também uma pesquisa realizada na Holanda , que crianças que se alimentam em casa, com mesa arrumada, são mais felizes e mais saudáveis.

Essa é minha dica da semana, separar alguns dias da semana para sentar e se alimentar com os filhos, num ambiente tranqüilo, sem televisão, com conversa amigável e sem brigas. É um momento muito importante, que estreita laços, favorece o amor e a saúde!

Pratique e verá a diferença na mesa!

Grande abraço,
Márcia Mendes

 

Márcia é Diretora e Nutricionista Responsável da Nutrifam.

Crianças brasileiras se preocupam menos com a alimentação e o ambiente.

Pesquisa feita pela rede de TV Nickelodeon em sete países latino-americanos mostrou que as crianças brasileiras não andam se comportando bem em questões importantes, como alimentação, atividade física e preocupação com meio- ambiente.

Fonte: Google Images

O estudo revelou, por exemplo, que os pequenos estão consumindo alimentos muito calóricos e muita comida processada.

Para piorar, em relação aos nossos vizinhos da Argentina, Chile, México, Colômbia, Venezuela e Peru, somos o país onde menos se pratica esporte.

Para dar uma idéia de como nossos baixinhos estão ficando sedentários, basta dizer que há 7 anos atrás 75% das crianças costumavam andar de bicicleta em nosso país e hoje esse índice caiu para 41%. 50% dos meninos jogam futebol, porém 87% jogam vídeo-game e isso , é claro pode produzir crianças com sobrepeso e obesas.

Em relação ao meio ambiente, apenas 56% dos entrevistados se diz preocupado com questões da natureza , sendo que nossos vizinhos latino-americanos apresentam um índice de 75%.

A pesquisa também confirma que crianças mais conscientes são importantes multiplicadores do comportamento sustentável, uma em cada duas mães brasileiras admite que aprende sobre meio ambiente com seus filhos.

Seria uma estratégia de marketing importante, incluir mensagens de  incentivos à vida saudável e à sustentabilidade em grandes redes, nas escolas, nos produtos direcionados ao público infantil.

Faça parte dessa rede, pratique atividade física, se alimente com boa qualidade de alimentos e cuide da natureza!

Nossos filhos passam por diferentes fases na alimentação, e às vezes podem ser muito prejudicados em relação à saúde, à curto ou longo prazo.

A preocupação dos pais e educadores é importante, pois os índices de obesidade e outras doenças associadas à má alimentação crescem no público infanto-juvenil.

O comportamento da família em relação à alimentação pode também influenciar a não aceitação de alimentos mais saudáveis como: cereais integrais, frutas, hortaliças, etc.

Fonte: Google Images

Alguns hábitos podem ser na modificados na rotina:

  • Deixar intervalo das refeições irregular, muito curto e cheio de “beliscosâ€;
  • Ceder trocas erradas de refeições por lanches ou guloseimas;
  • Prometer que ganharão doces, chocolates ou salgadinhos se comer tudo e assim acabam supervalorizando as guloseimas e então elas se tornarão sempre mais importantes!!
  • Incentivar o consumo de fast food;
  • Deixar alimentos como bolachas recheadas, macarrão instantâneo, etc na dispensa para consumo;
  • Repetir o cardápio sempre, enjoa as crianças;
  • Ficar ansiosa (o), interfere na vontade de comer do filho;
  • Não respeitar horários de alimentação e sono das crianças pode interferir também;

A introdução da alimentação saudável para as crianças, com frutas e hortaliças é uma luta constante!!!

Se você se importa com a saúde da sua família, faça parte do processo de educação alimentar dela, é fundamental seu envolvimento! Siga algumas dicas e faça sua família mais saudável!

  • Entre na luta! A batalha vai ser dura. Mudar comportamento alimentar das crianças não é uma tarefa fácil. Paciência… Paciência… Paciência
  • Estabeleça rotina e horário para as refeições, eles precisam de5 a6 refeições /dia;
  • Não troque refeição por outros alimentos. Se não quiser comer, ofereça a mesma comida depois de30 a40 minutos;
  • Limite a ingestão de líquidos durante a refeição, facilmente eles substituem a comida pelos sucos ou refrigerantes;
  • Esqueça artimanhas e promessas, você valoriza os prêmios e torna a comida um castigo!
  • Seja firme, mas não extremamente inflexível radical. Às vezes um chocolatinho fora de hora pode ser divertido e gostoso;
  • Criança pequena tem estômago pequeno também, não encha muito o prato , seu filho pode ficar saciado só de olhar;
  • Diminua a freqüência de ida aos fast foods, negocie e cumpra!
  • “Aviãozinhoâ€, televisão, vídeos duram pouco, faça o momento do comer um horário agradável, que jamais será esquecido;
  • Varie o cardápio, com preparações novas, cores diferentes, coma junto com seus filhos;
  • Visite o pediatra para avaliar de a falta de apetite ou excesso dele é mesmo comportamental ou orgânica.
  • Observe com freqüência o comportamento, peso, pele, cabelo, disposição da criança ;
  • Leve a criança para cozinha, e estimule a preparar o próprio alimento, isto traz autonomia e confiança e assim eles se interessam em experimentar preparações novas;

Se precisar, peça ajuda do profissional nutricionista ou do pediatra para orientação e avaliação.

Pratique Alimentação Saudável ! E ofereça para toda família.

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